CCP Festival
2026 CCP Festival - Experiências de Marca
Heineken | Cool Timers
Agency Leo Lisboa / Lisboa + Dentsu Media
Client Sociedade Central de Cervejas
Category
ESTRATEGIA EM EXPERIÊNCIAS DE MARCA / Estratégia em Experiências de Marca
Annual ID
CCP26_EX015S
Briefing
Portugal vive, há pelo menos quatro anos consecutivos, verões que reescrevem os seus próprios recordes. Os últimos quatro anos figuram entre os cinco mais quentes de sempre em Portugal desde 1931, e o verão de 2025 foi o mais longo e intenso já registado: a onda de calor de 29 de julho a 17 de agosto foi a mais duradoura de sempre em Portugal continental, com localidades no interior Norte a registar temperaturas diariamente acima dos 40ºC durante mais de dez dias consecutivos. Num único dia, o termómetro atingiu 46,6ºC em Mora, no Alentejo.
Ao mesmo tempo, o país tornou-se um destino europeu de alta pressão. Em 2025, Portugal registou 32,5 milhões de hóspedes e 82,1 milhões de dormidas, com receitas turísticas a atingir um novo recorde histórico de 29,4 mil milhões de euros. Portugal não é apenas quente: é o destino onde o mundo vai sentir esse calor. Ruas cheias, esplanadas a transbordar, turistas em busca do que a publicidade deles promete desde sempre, o prazer simples de uma bebida fria à sombra de um país com 300 dias de sol por ano.
É neste contexto que a Heineken enfrenta o seu paradoxo mais produtivo. A marca construiu décadas de identidade em torno de uma obsessão quase científica com o "perfect serve": o ângulo de serviço, a temperatura ideal, a espuma perfeita, a garrafa que transpira. Uma marca que não faz apenas cerveja, faz cerimónia à volta da cerveja. Mas o calor extremo do verão português ameaça tudo isso. Compras em conveniência, garrafas que aquecem antes de serem bebidas, o momento perfeito que dura 12 minutos no Algarve e talvez 18 em Lisboa.
O brief nasce desta tensão real: como pode uma marca obcecada com a perfeição responder ao verão mais imperfeito da sua história? A resposta não estava na publicidade. Estava na física.
Numa era em que os consumidores habitam simultaneamente o espaço físico e o espaço de dados, em que a publicidade de maior valor não é a mais vista mas a mais pertinente, a Heineken precisava de ativar o calor como ativo, não como obstáculo. Precisava de transformar o desconforto térmico de 32 milhões de visitantes e residentes num motivo de consumo. E precisava de o fazer com a rigor e elegância que a marca exige: friamente calculado.
Ao mesmo tempo, o país tornou-se um destino europeu de alta pressão. Em 2025, Portugal registou 32,5 milhões de hóspedes e 82,1 milhões de dormidas, com receitas turísticas a atingir um novo recorde histórico de 29,4 mil milhões de euros. Portugal não é apenas quente: é o destino onde o mundo vai sentir esse calor. Ruas cheias, esplanadas a transbordar, turistas em busca do que a publicidade deles promete desde sempre, o prazer simples de uma bebida fria à sombra de um país com 300 dias de sol por ano.
É neste contexto que a Heineken enfrenta o seu paradoxo mais produtivo. A marca construiu décadas de identidade em torno de uma obsessão quase científica com o "perfect serve": o ângulo de serviço, a temperatura ideal, a espuma perfeita, a garrafa que transpira. Uma marca que não faz apenas cerveja, faz cerimónia à volta da cerveja. Mas o calor extremo do verão português ameaça tudo isso. Compras em conveniência, garrafas que aquecem antes de serem bebidas, o momento perfeito que dura 12 minutos no Algarve e talvez 18 em Lisboa.
O brief nasce desta tensão real: como pode uma marca obcecada com a perfeição responder ao verão mais imperfeito da sua história? A resposta não estava na publicidade. Estava na física.
Numa era em que os consumidores habitam simultaneamente o espaço físico e o espaço de dados, em que a publicidade de maior valor não é a mais vista mas a mais pertinente, a Heineken precisava de ativar o calor como ativo, não como obstáculo. Precisava de transformar o desconforto térmico de 32 milhões de visitantes e residentes num motivo de consumo. E precisava de o fazer com a rigor e elegância que a marca exige: friamente calculado.
Description
A Heineken Cool Timers é uma campanha de DOOH dinâmico que utilizou dados meteorológicos em tempo real para calcular, de forma matematicamente precisa, quanto tempo uma Heineken dura à temperatura ideal em cada ponto do território nacional.
A ideia central é uma equação: a troca térmica de uma garrafa de Heineken, com a sua massa específica e temperatura de saída de refrigeração, exposta à temperatura ambiente registada em tempo real em cada localidade, fornece o número exato de minutos durante os quais a experiência de consumo é perfeita. Esse número foi o conteúdo de cada peça.
A campanha foi ativada em 283 painéis JC Decaux distribuídos estrategicamente por Lisboa, Porto, Braga, Coimbra,Faro e Litoral, com concentração deliberada junto a bares e pontos de venda, transformando o exterior urbano numa extensão do momento de consumo. Cada painel exibia em tempo real a temperatura local, o tempo restante de "perfect serve" e o visual de uma garrafa a transpirar: appetite appeal calculado, não encenado.
A criatividade residiu na disciplina da execução. Não foi uma ideia para um único mupi: foi uma arquitetura de ativações simultâneas em todo o país, mas buscando a relevancia necessária para o contexto microlocal do consumidor que a via. Preparada com meses de antecedência para sair às ruas quando a temperatura saísse do limite, a campanha combinou previsão climática, planeamento geoespacial de pontos de venda e engenharia criativa numa peça que parecia simples mas era, como a Heineken, friamente calculada.
A ideia central é uma equação: a troca térmica de uma garrafa de Heineken, com a sua massa específica e temperatura de saída de refrigeração, exposta à temperatura ambiente registada em tempo real em cada localidade, fornece o número exato de minutos durante os quais a experiência de consumo é perfeita. Esse número foi o conteúdo de cada peça.
A campanha foi ativada em 283 painéis JC Decaux distribuídos estrategicamente por Lisboa, Porto, Braga, Coimbra,Faro e Litoral, com concentração deliberada junto a bares e pontos de venda, transformando o exterior urbano numa extensão do momento de consumo. Cada painel exibia em tempo real a temperatura local, o tempo restante de "perfect serve" e o visual de uma garrafa a transpirar: appetite appeal calculado, não encenado.
A criatividade residiu na disciplina da execução. Não foi uma ideia para um único mupi: foi uma arquitetura de ativações simultâneas em todo o país, mas buscando a relevancia necessária para o contexto microlocal do consumidor que a via. Preparada com meses de antecedência para sair às ruas quando a temperatura saísse do limite, a campanha combinou previsão climática, planeamento geoespacial de pontos de venda e engenharia criativa numa peça que parecia simples mas era, como a Heineken, friamente calculada.
Strategy
A Heineken Cool Timers é uma demonstração de algo que a maioria das campanhas de verão apenas promete: relevância contextual real. Para a entender estrategicamente, é preciso perceber o que está em jogo quando uma marca de premium beer tenta ganhar saliência num mercado saturado de mensagens de verão e temperatura.
A hipótese estratégica central é simples e difícil ao mesmo tempo: o consumidor no calor não precisa de ser convencido a beber cerveja. Precisa de ser lembrado de que esta cerveja, neste momento, neste lugar, é a escolha certa. E que ela será entregue na temperatura perfeita para o seu consumo. A distância entre o impulso e a compra não é emocional, é contextual. E o contexto, no verão português de 2025, era uma equação de temperatura que a Heineken resolveu melhor do que ninguém.
Esta lógica tem raízes numa viragem que marca a fronteira entre comunicação de massa, a comunicação de cultura e a tecnologia. No ecossistema de fragmentação que define o comportamento do consumidor hoje, especialmente em mercados de alta densidade turística como Lisboa no verão, a saliência não nasce só de GRPs: nasce de momentos de reconhecimento. O consumidor não grava o que viu. Grava o que sentiu que foi feito para ele. A Heineken Cool Timers não foi uma campanha de cobertura. Foi uma campanha de precisão: 177 pontos de ativação em Lisboa por exemplo, cada um calibrado para o momento exato em que o calor criava sede e a sede criava decisão.
A busca foi articular a diferença entre distribuição de conteúdo e construção de cultura: o que se propaga não é o que é mais visto, é o que mais corresponde ao estado de espírito de quem o vê. No caso dos Cool Timers, o estado de espírito era universal: demasiado calor, sede, o prazer antecipado de uma cerveja que está mesmo ali com a garantia de consumi-la gelada e no seu melhor estado de produto.
A tecnologia utilizada, dados meteorológicos em tempo real cruzados com geolocalização de pontos de venda e cálculo de troca térmica, não foi um gimmick criativo. Foi a infraestrutura de uma promessa de marca tornada operacional. A Heineken não disse "a nossa cerveja é perfeita". Calculou, publicamente, quando e por quanto tempo. Isto é brand equity como argumento verificável: um nível de confiança que a maioria das marcas evita porque implica responsabilidade.
O uso de DOOH dinâmico como camada de inteligência, e não apenas de visibilidade, representa uma das convergências mais produtivas do marketing contemporâneo: dados de contexto ambiental a alimentar criatividade de resposta imediata. O outdoor deixou de ser media de cobertura e passou a ser media de pertinência. Cada painel dos Cool Timers era um micro-evento: uma peça que mudava com o dia, com a cidade, com a temperatura, fazendo com que 150 execuções parecessem 150 ideias diferentes quando eram, na verdade, uma só ideia executada com consistência de engenharia.
A escolha de ativar junto a bares e pontos de consumo não foi apenas logística. Foi a tradução física de uma insight de compra por impulso qualificado: o consumidor que já está no modo de consumo, que já está em espaço de lazer, que já está com calor, precisa apenas de um sinal de que aquela é a escolha certa naquele momento. O Cool Timer era esse sinal, mas em versão premium: não um preço em destaque, mas um cálculo de prazer.
A dimensão cultural emergiu organicamente, como deve emergir quando a ideia tem substância. A conversa em redes sociais, os clippings editoriais, os stories de influência não foram comprados. Foram a resposta natural de pessoas que encontraram no espaço público uma ideia digna de partilha. Numa era em que a publicidade é, por padrão, ignorada, uma campanha que gera partilha espontânea é uma campanha que entrou na cultura. Os Cool Timers entraram.
A hipótese estratégica central é simples e difícil ao mesmo tempo: o consumidor no calor não precisa de ser convencido a beber cerveja. Precisa de ser lembrado de que esta cerveja, neste momento, neste lugar, é a escolha certa. E que ela será entregue na temperatura perfeita para o seu consumo. A distância entre o impulso e a compra não é emocional, é contextual. E o contexto, no verão português de 2025, era uma equação de temperatura que a Heineken resolveu melhor do que ninguém.
Esta lógica tem raízes numa viragem que marca a fronteira entre comunicação de massa, a comunicação de cultura e a tecnologia. No ecossistema de fragmentação que define o comportamento do consumidor hoje, especialmente em mercados de alta densidade turística como Lisboa no verão, a saliência não nasce só de GRPs: nasce de momentos de reconhecimento. O consumidor não grava o que viu. Grava o que sentiu que foi feito para ele. A Heineken Cool Timers não foi uma campanha de cobertura. Foi uma campanha de precisão: 177 pontos de ativação em Lisboa por exemplo, cada um calibrado para o momento exato em que o calor criava sede e a sede criava decisão.
A busca foi articular a diferença entre distribuição de conteúdo e construção de cultura: o que se propaga não é o que é mais visto, é o que mais corresponde ao estado de espírito de quem o vê. No caso dos Cool Timers, o estado de espírito era universal: demasiado calor, sede, o prazer antecipado de uma cerveja que está mesmo ali com a garantia de consumi-la gelada e no seu melhor estado de produto.
A tecnologia utilizada, dados meteorológicos em tempo real cruzados com geolocalização de pontos de venda e cálculo de troca térmica, não foi um gimmick criativo. Foi a infraestrutura de uma promessa de marca tornada operacional. A Heineken não disse "a nossa cerveja é perfeita". Calculou, publicamente, quando e por quanto tempo. Isto é brand equity como argumento verificável: um nível de confiança que a maioria das marcas evita porque implica responsabilidade.
O uso de DOOH dinâmico como camada de inteligência, e não apenas de visibilidade, representa uma das convergências mais produtivas do marketing contemporâneo: dados de contexto ambiental a alimentar criatividade de resposta imediata. O outdoor deixou de ser media de cobertura e passou a ser media de pertinência. Cada painel dos Cool Timers era um micro-evento: uma peça que mudava com o dia, com a cidade, com a temperatura, fazendo com que 150 execuções parecessem 150 ideias diferentes quando eram, na verdade, uma só ideia executada com consistência de engenharia.
A escolha de ativar junto a bares e pontos de consumo não foi apenas logística. Foi a tradução física de uma insight de compra por impulso qualificado: o consumidor que já está no modo de consumo, que já está em espaço de lazer, que já está com calor, precisa apenas de um sinal de que aquela é a escolha certa naquele momento. O Cool Timer era esse sinal, mas em versão premium: não um preço em destaque, mas um cálculo de prazer.
A dimensão cultural emergiu organicamente, como deve emergir quando a ideia tem substância. A conversa em redes sociais, os clippings editoriais, os stories de influência não foram comprados. Foram a resposta natural de pessoas que encontraram no espaço público uma ideia digna de partilha. Numa era em que a publicidade é, por padrão, ignorada, uma campanha que gera partilha espontânea é uma campanha que entrou na cultura. Os Cool Timers entraram.
Results
Os resultados da campanha validam, em múltiplas dimensões, a eficácia de uma estratégia baseada em relevância contextual e execução de precisão.
Cobertura e impacto de media: Os 283 painéis da JC Decaux geraram 19.094.641 impactos totais, alcançando 2.380.043 pessoas, o equivalente a 32,2% da população portuguesa, com um GRP de 258,37. Em Lisboa, a região com maior densidade de ativação, o alcance atingiu 54,19% da população da área metropolitana (177 painéis).
Para contextualizar a dimensão deste número: Portugal registou 82,1 milhões de dormidas em 2025 e um total de 19,7 milhões de hóspedes estrangeiros durante o ano. O verão, período de ativação da campanha, concentra a maior densidade populacional de Lisboa, Porto e Algarve, regiões todas cobertas pelo plano de meios. Cada impacto dos Cool Timers aconteceu no contexto de maior densidade turística e de consumo on-trade do ano.
Marca: O Brand Power da Heineken cresceu +1,3 pontos percentuais no Q3 2025 vs. Q3 2024, crescimento impulsionado por dois vetores de mérito: Diferenciação com +22pp e Saliência com +4pp. Estes números são particularmente relevantes porque validam a hipótese estratégica da campanha. Saliência é a métrica que mede se uma marca vem à mente primeiro no momento de decisão de compra. Num período de alta concorrência estacional, a Heineken aumentou a sua saliência. E fê-lo com um argumento de diferenciação concreto: não foi mais simpática, foi mais precisa.
Volume: Nas semanas de ativação das duas waves da campanha, as vendas off-trade cresceram +23% vs. as três semanas anteriores, superando o crescimento registado nas restantes semanas do período. O pico de vendas de Heineken em 2025 ocorreu na semana imediatamente após a segunda wave da campanha (semana 33), estabelecendo uma correlação direta entre a ativação do Cool Timers e o comportamento de compra.
Conversa e earned media: A campanha gerou cobertura espontânea em ECO, Marketeer e Imagens de Marca, por exemplo, com enquadramentos distintos que evidenciam amplitude cultural: tecnologia no espaço público, inovação criativa, relevância de marca no quotidiano. Stories e publicações de influenciadores, incluindo nomes como Pedro Teixeira e Inês Teixeira, amplificaram o alcance pago com reach orgânico não contabilizado nos números de media.
Uma campanha que combina crescimento de brand power, pico de vendas e conversação espontânea não é uma campanha de verão. É uma campanha de cultura.
Cobertura e impacto de media: Os 283 painéis da JC Decaux geraram 19.094.641 impactos totais, alcançando 2.380.043 pessoas, o equivalente a 32,2% da população portuguesa, com um GRP de 258,37. Em Lisboa, a região com maior densidade de ativação, o alcance atingiu 54,19% da população da área metropolitana (177 painéis).
Para contextualizar a dimensão deste número: Portugal registou 82,1 milhões de dormidas em 2025 e um total de 19,7 milhões de hóspedes estrangeiros durante o ano. O verão, período de ativação da campanha, concentra a maior densidade populacional de Lisboa, Porto e Algarve, regiões todas cobertas pelo plano de meios. Cada impacto dos Cool Timers aconteceu no contexto de maior densidade turística e de consumo on-trade do ano.
Marca: O Brand Power da Heineken cresceu +1,3 pontos percentuais no Q3 2025 vs. Q3 2024, crescimento impulsionado por dois vetores de mérito: Diferenciação com +22pp e Saliência com +4pp. Estes números são particularmente relevantes porque validam a hipótese estratégica da campanha. Saliência é a métrica que mede se uma marca vem à mente primeiro no momento de decisão de compra. Num período de alta concorrência estacional, a Heineken aumentou a sua saliência. E fê-lo com um argumento de diferenciação concreto: não foi mais simpática, foi mais precisa.
Volume: Nas semanas de ativação das duas waves da campanha, as vendas off-trade cresceram +23% vs. as três semanas anteriores, superando o crescimento registado nas restantes semanas do período. O pico de vendas de Heineken em 2025 ocorreu na semana imediatamente após a segunda wave da campanha (semana 33), estabelecendo uma correlação direta entre a ativação do Cool Timers e o comportamento de compra.
Conversa e earned media: A campanha gerou cobertura espontânea em ECO, Marketeer e Imagens de Marca, por exemplo, com enquadramentos distintos que evidenciam amplitude cultural: tecnologia no espaço público, inovação criativa, relevância de marca no quotidiano. Stories e publicações de influenciadores, incluindo nomes como Pedro Teixeira e Inês Teixeira, amplificaram o alcance pago com reach orgânico não contabilizado nos números de media.
Uma campanha que combina crescimento de brand power, pico de vendas e conversação espontânea não é uma campanha de verão. É uma campanha de cultura.
2026 Awards
Silver Winner
Credits
Agency
Leo / Lisbon
Media Agency
Dentsu Media / Lisbon
Art Director
Cristina López
Tito Gouveia
Mano Dias
Copywriter
Hernâni Correia
Inês Reis
Creative Director
Freddie Brando
José Gouveia
Editor
Inês Correia
Tiago Soares
Executive Creative Director
Judite Mota
Steve Colmar
Producer
Cristina Almeida
Strategy Director
Gustavo Otto
Patrícia Araújo
Account Director
Cláudia Fazenda
Rudolfo Gonsalves
Account Executive
Juliana Ambrosio
Account Specialist
Rita Ribeiro
Agência de Influencers, Social Media & Marketing
SAMY / Lisboa
Art Finalist
Rui Caracol
Data Science Lead
Laércio Pires
Diretora de Produção Audiovisual
Cristina Almeida
Marketer (Client Name)
Catarina Ferraz
Filipa Magalhães
Media Account Director
Carolina Martinez
João Carvalho
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