CCP Festival
Category
EVENTOS E ATIVAÇÃO / Ação de Guerrilha
Annual ID
CCP25_EX022B
Briefing
A marca Bandida do Pomar procurava uma forma autêntica e relevante de reforçar a sua ligação com as gerações mais jovens — em particular Gen Z e Millennials — conhecidas por valorizarem marcas com propósito, coragem e posicionamento claro sobre temas sociais.
O desafio era encontrar uma ideia que refletisse os valores de liberdade, irreverência e inclusão que já fazem parte do ADN da marca, mas de forma mais explícita, relevante e impactante.
O mês do Orgulho LGBTQIA+ apresentava-se como uma oportunidade estratégica para a marca se posicionar de forma significativa num contexto cultural importante.
No entanto, o objetivo não era apenas "marcar presença", mas contribuir verdadeiramente para a conversa, com um gesto simbólico, mas poderoso, que tivesse impacto real tanto na perceção da marca como na sociedade.
A marca queria provocar, desafiar convenções e criar uma peça de comunicação que fosse impossível de ignorar — mas que, acima de tudo, fosse respeitosa, legítima e alinhada com a sua atitude desafiante.
A proposta teria de gerar conversa, gerar visibilidade nacional e, idealmente, gerar também resultados de negócio — sem comprometer a autenticidade.
Era essencial que a ação fosse mais do que uma campanha: que se tornasse um ponto de viragem no posicionamento da marca em Portugal.
O desafio era encontrar uma ideia que refletisse os valores de liberdade, irreverência e inclusão que já fazem parte do ADN da marca, mas de forma mais explícita, relevante e impactante.
O mês do Orgulho LGBTQIA+ apresentava-se como uma oportunidade estratégica para a marca se posicionar de forma significativa num contexto cultural importante.
No entanto, o objetivo não era apenas "marcar presença", mas contribuir verdadeiramente para a conversa, com um gesto simbólico, mas poderoso, que tivesse impacto real tanto na perceção da marca como na sociedade.
A marca queria provocar, desafiar convenções e criar uma peça de comunicação que fosse impossível de ignorar — mas que, acima de tudo, fosse respeitosa, legítima e alinhada com a sua atitude desafiante.
A proposta teria de gerar conversa, gerar visibilidade nacional e, idealmente, gerar também resultados de negócio — sem comprometer a autenticidade.
Era essencial que a ação fosse mais do que uma campanha: que se tornasse um ponto de viragem no posicionamento da marca em Portugal.
Description
Em junho, Bandida do Pomar lançou a Bandid_, a primeira lata de sidra com identidade de género neutra em Portugal.
A edição limitada alterou o nome da marca na própria lata, apagando a letra final para criar um símbolo visual de inclusão. A nova grafia — Bandid_ — convidava cada pessoa a preencher o espaço em branco com o seu próprio género ou identidade.
Esta simples alteração no packaging transformou-se numa poderosa afirmação de apoio à comunidade LGBTQIA+. Mais do que uma lata, Bandid_ tornou-se uma plataforma de expressão e um veículo de mudança.
A peça foi lançada durante o mês do Orgulho, com destaque no Lisbon Pride. A estética gráfica manteve a irreverência da marca, mas com um tom mais direto e humano — colocando o foco nas pessoas, nas suas histórias e na liberdade de serem quem são.
A edição especial foi acompanhada por uma campanha multicanal com influenciadores queer, conteúdo editorial e uma estratégia de earned media que amplificou a mensagem em meios de lifestyle e noticiários nacionais.
A peça gerou grande adesão, mas também debate. A sua força estava na simplicidade da execução e no simbolismo que carregava: uma pequena mudança numa lata que dizia muito sobre inclusão, visibilidade e coragem de marca.
A edição limitada alterou o nome da marca na própria lata, apagando a letra final para criar um símbolo visual de inclusão. A nova grafia — Bandid_ — convidava cada pessoa a preencher o espaço em branco com o seu próprio género ou identidade.
Esta simples alteração no packaging transformou-se numa poderosa afirmação de apoio à comunidade LGBTQIA+. Mais do que uma lata, Bandid_ tornou-se uma plataforma de expressão e um veículo de mudança.
A peça foi lançada durante o mês do Orgulho, com destaque no Lisbon Pride. A estética gráfica manteve a irreverência da marca, mas com um tom mais direto e humano — colocando o foco nas pessoas, nas suas histórias e na liberdade de serem quem são.
A edição especial foi acompanhada por uma campanha multicanal com influenciadores queer, conteúdo editorial e uma estratégia de earned media que amplificou a mensagem em meios de lifestyle e noticiários nacionais.
A peça gerou grande adesão, mas também debate. A sua força estava na simplicidade da execução e no simbolismo que carregava: uma pequena mudança numa lata que dizia muito sobre inclusão, visibilidade e coragem de marca.
Results
A Bandid_ gerou impacto a vários níveis: cultural, mediático e comercial.
Durante o período da edição limitada, as vendas da marca cresceram 14%, demonstrando que a coragem pode gerar resultados de negócio.
Digitalmente, a campanha alcançou 5,15 milhões de pessoas, impulsionada por uma onda de partilhas orgânicas, reações emocionais e conversas intensas — tanto de apoio como de oposição.
O envolvimento com a marca aumentou substancialmente, sobretudo entre as gerações mais jovens.
Dados internos mostram um crescimento expressivo em sentimento positivo e preferência pela marca entre Gen Z e Millennials, consolidando Bandida como uma marca com propósito e atitude.
A cobertura mediática foi ampla, com destaque em noticiários nacionais, imprensa generalista, revistas de lifestyle e plataformas LGBTQIA+.
A controvérsia gerada por comentários mais conservadores apenas amplificou a mensagem e o alcance da campanha, reforçando a sua relevância cultural e social.
Mais do que uma campanha bem-sucedida, Bandid_ estabeleceu um novo standard para a comunicação inclusiva em Portugal. Provou que um gesto simbólico, quando feito com autenticidade e coragem, pode transformar uma marca num agente de mudança.
Durante o período da edição limitada, as vendas da marca cresceram 14%, demonstrando que a coragem pode gerar resultados de negócio.
Digitalmente, a campanha alcançou 5,15 milhões de pessoas, impulsionada por uma onda de partilhas orgânicas, reações emocionais e conversas intensas — tanto de apoio como de oposição.
O envolvimento com a marca aumentou substancialmente, sobretudo entre as gerações mais jovens.
Dados internos mostram um crescimento expressivo em sentimento positivo e preferência pela marca entre Gen Z e Millennials, consolidando Bandida como uma marca com propósito e atitude.
A cobertura mediática foi ampla, com destaque em noticiários nacionais, imprensa generalista, revistas de lifestyle e plataformas LGBTQIA+.
A controvérsia gerada por comentários mais conservadores apenas amplificou a mensagem e o alcance da campanha, reforçando a sua relevância cultural e social.
Mais do que uma campanha bem-sucedida, Bandid_ estabeleceu um novo standard para a comunicação inclusiva em Portugal. Provou que um gesto simbólico, quando feito com autenticidade e coragem, pode transformar uma marca num agente de mudança.
2025 Awards
Total Points: 3
Bronze Winner
Credits
Agency
FunnyHow?
Copywriter
Sofia Moutinho
Creative Director
André Leite
Álvaro Silveira
Executive Creative Director
César Sousa
Motion Designer
Ana Paiva
Sara Godinho
Strategist
Laura Roothans
Executive Producer
Ricardo Correia
Account Executive
Marta Monteiro
Art Finalist
André Carreira
Director / CEO
Hugo Antonello
Head of PR
Eliná Enrique
PR manager
Catarina Miguel
João Jesus
Sócio Gerente
Francisco Luz Ferreira
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